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Decoração Natalina
Tradição que se renova a cada ano

Quando o fim do ano se aproxima, muitas pessoas já começam a providenciar a decoração natalina, com guirlandas, presépios, luzes e também a tradicional árvore de Natal.

Mas afinal, de onde vem essa tradição de enfeitar as casas no Natal? Cada enfeite tem um significado próprio, Mas pode ser interpretado diferentemente por cada pessoa e sua cultura.

Árvore de Natal 

Enfeitar árvores de Natal é uma tradição que teve origem na Alemanha, no século XVI. Há quem diga que foi o padre Martinho Lutero, autor da Reforma Protestante, que começou com essa ideia. Ele pegou um galho de pinheiro e, em sua casa, colocou-o num vaso, enfeitando-o com papéis coloridos e velas acesas. Com isso, queria mostrar à sua família como deveria ser o céu na noite do nascimento de Cristo. Atualmente, o pinheiro foi escolhido como símbolo natalino por possuir forma triangular, que, segundo a tradição cristã, representa a Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo.

Guirlandas

As guirlandas existem desde a Roma e a Grécia antigas, como prêmio aos vencedores de esportes praticados. Eram também usadas em rituais pagãos, com quatro velas de cores distintas que representavam os elementos Terra, Vento, Água e Fogo. Esses rituais visavam à continuação do ciclo da vida. Elas significam um “Adorno de Chamamento” e, por isso, são porta de entrada dos deuses. Daí o costume de colocar as guirlandas nas portas, como sinal de boas-vindas. Há também os que dizem que elas têm origem em um antigo costume alemão de decorar as casas com galhos verdes e velas durante o inverno, para dar esperança de que o inverno logo chegaria ao fim.

Estrela

Segundo a Bíblia, a estrela de Belém, colocada no topo da árvore de Natal, guiou os três Reis Magos, vindos do Oriente, e indicou-lhes o estábulo onde nasceu o menino Jesus.

Presépio

Utilizam-se os presépios com o intuito de representar o nascimento de Jesus. São Francisco do Assis foi o primeiro a montar um, em 1223, cuja intenção era celebrar o Natal de um jeito realista, imitando o cenário do nascimento de Cristo, relatado pelos três Reis Magos.

Presentes 

Há duas explicações para essa tradição. Uma, de fundo religioso, diz que eles simbolizam as ofertas dos três Reis Magos ao menino Jesus, quando este nasceu. Outra diz que têm origem com os romanos, ao quais celebravam a Saturnália – festa dedicada ao deus Saturno, em que as pessoas trocavam presentes como forma de confraternização.

Cartões de Natal

Surgiram na Inglaterra, em 1843, e foram criados pelo artista plástico John Horsley. Mas a ideia foi de seu amigo Henry Cole, diretor do Museu Victoria e Albert. Cole queria saudar pessoalmente todos os seus amigos no fim do ano, algo que não seria possível devido à quantidade de pessoas. Então, pediu para Horsley pintar as cenas de uma família levantando um brinde, de um rico alimentando um pobre e de um homem agasalhando um necessitado. As cenas foram impressas com saudações de Natal e assim surgiram os cartões de natalinos.

Papai Noel

O personagem Papai Noel foi inspirado no bispo São Nicolau Taumaturgo, que nasceu na Turquia, por volta do século III. Rico, tinha o hábito de distribuir presentes e de ajudar quem estivesse passando por dificuldades financeiras. A história desse bom velhinho espalhou-se pela Grécia e pela Itália. Foi declarado santo pela Igreja Católica após vários milagres que a ele foram atribuídos. Assim, foi decidido que o dia de São Nicolau fosse comemorado no mesmo dia do nascimento de Jesus.

Contudo, a transformação do Papai Noel em símbolo do Natal aconteceu na Alemanha, repercutindo mundo afora. Mas foi em Nova Iorque que a lenda do bom velhinho ganhou força. Em 1822, o professor de literatura grega Clement Clarke Moore escreveu para seus filhos o poema “Um relato da visita de São Nicolau” (An account of a visit from St. Nicholas), descrevendo algumas de suas características marcadas até hoje: trenós puxados por renas e o hábito do Papai Noel de entrar nas casas pela chaminé.

Luzes e velas 

As velas eram utilizadas em rituais pagãos dedicados aos deuses ancestrais. Tais rituais marcavam o início do solstício de verão, simbolizando o poder do deus Sol, o qual era representado pelas velas. Atualmente, costuma-se utilizar as luzes no lugar das velas, mas o sentido continua o mesmo.

Outras pessoas acreditam que ao final de 1880, o inventor das lâmpadas, Thomas Edison, pendurou diversas lâmpadas incandescentes ao redor do seu laboratório no Parque Menlo, para chamar a atenção de quem passava por ali.
Dois anos depois, Edward Johnson, colega de Edison, fez a primeira árvore de Natal com luzinhas em Manhattan. A evolução das luzes de Natal é semelhante à da lâmpada, com algumas variações incrivelmente ornamentadas.
A tradição, entretanto, não começou meramente por uma jogada de marketing, já que dezembro é o mês mais escuro do ano no hemisfério Norte. Nesse contexto, as luzes eram uma promessa do retorno do Sol.
As luzes de Natal sofreram grandes mudanças ao longo dos anos, e hoje é possível encontrar uma diversidade de formatos, tamanhos e cores.

Se você acreditar em histórias diferentes de decorações natalinas, conta pra gente nos comentários!

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Fonte:
http://eletronicaapolo.com.br/novidades/de-onde-vem-a-tradicao-de-enfeitar-ruas-e-casas-no-natal/

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Até a próxima!

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